sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Transfiguração do Senhor

A festa da Transfiguração, celebrada no Oriente desde o século V e no Ocidente a partir de 1457, faz-nos reviver um acontecimento importante da vida de Jesus, com reflexos na nossa vida.
Situada antes do anúncio da Paixão e da Morte, a Transfiguração foi uma manifestação da vida divina, que está em Jesus. A luz do Tabor é, porém, uma antecipação do esplendor, que encherá a noite da Páscoa. Por isso, os Apóstolos, contemplando a glória divina na Pessoa de Jesus, ficaram preparados para os dolorosos acontecimentos, que iriam pôr à prova a sua fé. Vendo Jesus na Sua condição de servo, já não poderão esquecer a Sua condição divina.
Anúncio da Páscoa, a Transfiguração encerra também uma promessa – a da nossa transfiguração. Jesus, com efeito, fez transparecer na Sua Humanidade a glória de que resplandecerá o seu Corpo Místico, a Igreja, na Sua vinda final.

A nossa vida cristã é, pois, um processo de lenta transformação em Cristo. Iniciado no nosso Baptismo, completa-se na Eucaristia, «penhor da futura glória», que opera a nossa transformação, até atingirmos a imagem de Cristo glorioso.

Liturgia

LEITURA I - Dan 7, 9-10.13-14
«As suas vestes eram brancas como a neve»

SALMO RESPONSORIAL - Salmo 96 (97), 1-2.5-6.9 e 12 (R. 1a.9a)
Refrão: O Senhor é rei, o Altíssimo sobre toda a terra.

LEITURA II - 2 Pedro 1, 16-1
«Ouvimos esta voz vinda do céu»

ALELUIA - Mt 17, 5c
Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O.

EVANGELHO - Lc 9, 28b-36
«Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto»

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Férias em Missão


Desde a passada 2.ª feira, dia 2 de Agosto, 25 jovens do Movimento Encontros de Jovens Shalom da diocese de Portalegre-Castelo Branco se encontram em Soalheira (Fundão) numa semana de Férias em Missão. O objectivo destes dias é, não só, dar continuidade ao trabalho que o Movimento realiza durante o ano nas paróquias de São Miguel da Sé, Nossa Senhora de Fátima e Arronches, mas também estar ao serviço de uma comunidade e da Igreja.

Durante estes dias os jovens partilham o mesmo espaço, as suas refeições, as orações. Na paróquia já animaram uma tarde no lar e vão dar continuidade ao seu trabalho animando uma oração para toda a comunidade, estando ao serviço para ajudar no trabalho do campo, animando também eucaristia.

Notícia no jornal Reconquista - http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=243&id=22741&idSeccao=2681&Action=noticia

São João Maria Vianney - Presbítero

São João Maria Vianney; o Santo Cura d´Ars



Pouco dotado intelectualmente, atingiu esse santo vigário alto grau de santidade. Seu êxito foi tão grande, que atraiu multidões de todas as partes da França e de vários países europeus

O futuro Cura d’Ars nasceu na pequena localidade de Dardilly, perto de Lyon, na França, no dia 8 de maio de 1786, de família de agricultores piedosos. Foi consagrado a Nossa Senhora no próprio dia do nascimento, data em que foi também batizado.

Sua instrução foi precária, pois passou a infância em pleno Terror da Revolução Francesa, com os sacerdotes perseguidos e as escolas fechadas. João Maria tinha 13 anos quando recebeu a Primeira Comunhão das mãos de um sacerdote “refratário” (que não tinha jurado a ímpia Constituição do Clero), durante o segundo Terror, em 1799.(1)

Com a subida de Napoleão e a Concordata com a Santa Sé, foi possível a João Maria iniciar seus estudos eclesiásticos aos 20 anos, terminando-os aos 29, depois de mil e uma contrariedades.

É impossível, nos limites de um artigo, abranger toda a vida apostólica do Cura d’Ars. Por isso limitar-me-ei a abordar um aspecto dela, que foi como transformou a pequena localidade de Ars de modo a tornar-se ponto de admiração de toda a França.

Ars ao tempo da chegada do santo

Quando o jovem sacerdote chegou a Ars, esta era um pequeno aglomerado de casas, contando apenas 250 habitantes, quase todos agricultores. Como a maior parte das localidades rurais da França, sacudidas durante 10 anos pelos vendavais da Revolução Francesa, encontrava-se em plena decadência religiosa.

Vivia-se um paganismo prático formado de negligência, indiferentismo e esquecimento das práticas religiosas.

A cidadezinha de Ars assemelhava-se às paróquias vizinhas, não sendo nem melhor nem pior que elas. Havia nela um certo fundo religioso, mas com muito pouca piedade.

Como transformá-la num modelo de vida católica, ambição de São João Batista Vianney?

Santificando-se para santificar os outros

Primeiro, pela oração e pelos sacrifícios do vigário por suas ovelhas. Já no dia de sua chegada, o Padre Vianney deu o colchão a um pobre e deitou-se sobre uns sarmentos junto à parede, com um pedaço de madeira como travesseiro.

Como a parede e o chão eram úmidos, contraiu de imediato uma nevralgia, que durou 15 anos. Seu jejum era permanente, habitualmente passando três dias sem comer; e quando o fazia, alimentava-se somente de batatas cozidas no início da semana e já emboloradas. Mas ele sobretudo passava horas e horas ajoelhado diante do Santíssimo Sacramento, implorando a conversão de seus paroquianos.

Uma de suas primeiras medidas práticas foi reformar a igreja que, por respeito ao Santíssimo Sacramento, desejava que fosse a melhor possível.

“Esforcemo-nos para ir para o Céu”

Outra de suas solicitudes foi para com a juventude. Atraía todos para o catecismo. Exigia que este fosse aprendido de cor, palavra por palavra, e só admitia à Primeira Comunhão quem estivesse assim devidamente preparado. Instava com os meninos e adolescentes para que cada um levasse sempre consigo o Rosário, e tinha no bolso alguns extras para aqueles que houvessem perdido o seu.

Paulatinamente os esforços do santo foram sendo coroados de êxito, de maneira que os jovens de Ars chegaram a ser os mais bem instruídos da comarca.

Nas missas dominicais, pregava sobre os deveres de cada um para consigo, para com o próximo e para com Deus. Falava constantemente do inferno e do que precisamos fazer para evitá-lo: “Ó, meus queridos paroquianos, esforcemo-nos para ir para o Céu. Lá havemos de ver a Deus. Como seremos felizes! Que desgraça se algum de vós se perder eternamente!”

Ele exigia a devida compostura e atitude própria a bons católicos na igreja, por respeito à Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento.

“Arruinados todos aqueles que abrirem tabernas”

A guerra que moveu contra as tabernas também foi bem sucedida. Aos que a elas iam, em vez de comparecer à missa no domingo, dizia: “Pobre gente, como sois infelizes. Segui vosso caminho rotineiro; segui-o, que o inferno vos espera”. Ameaçava-os de não só perderem os bens eternos, mas também os terrenos.

Aos poucos, por falta de fregueses, as tabernas foram se fechando. Outros tentaram abri-las, mas eram obrigados a cerrá-las. A maldição de um santo pesava sobre eles: “Vós vereis arruinados todos aqueles que aqui abrirem tabernas”, disse no púlpito. E assim foi. Quando elas se fecharam, o número de indigentes diminuiu, pois suprimiu-se a causa principal da miséria, que era moral.

Luta contra blasfêmias e trabalho aos domingos

“Blasfêmias e trabalhos nos domingos, bailes, cabarés, serões nas vivendas e conversas obscenas, englobava tudo numa comum maldição”.

Por anos a fio pregou contra isso, exortando no confessionário, no púlpito e nas visitas que fazia às famílias. Dizia: “Se um pastor quiser se salvar, precisa, quando encontrar alguma desordem na paróquia, saber calcar aos pés o respeito humano, o temor de ser desprezado e o ódio dos paroquianos [e denunciar o mal]”.

A guerra do santo cura contra as blasfêmias, juramentos, imprecações e expressões grosseiras foi sem quartel; e tão bem sucedida, que desapareceram de Ars. Em vez delas passou-se a ouvir entre os camponeses expressões como Deus seja bendito! Como Deus é bom! Em vez das cançõezinhas chulas da época, hinos e cânticos religiosos.

A luta contra o trabalho nos domingos foi também tenaz e durou quase oito anos. “A primeira vez que do púlpito abordou o tema, fê-lo com tantas lágrimas, tais acentos de indignação, com tal comoção de todo o seu ser que, passado meio século, os velhos que o ouviram ainda se lembravam com emoção. [...]

Vós trabalhais, dizia ele, mas o que ganhais é a ruína para a vossa alma e para o vosso corpo. Se perguntássemos aos que trabalham nos domingos 'que acabais de fazer?’, bem poderiam responder: ‘Acabamos de vender a nossa alma ao demônio e de crucificar Nosso Senhor. Estamos no caminho do inferno’”. Depois de muita insistência, em Ars o domingo tornou-se verdadeiramente o Dia do Senhor.

Combate aos bailes durante 25 anos

Ars era o lugar predileto dos jovens dançarinos das vizinhanças. Tudo era pretexto para um baile. Para acabar com eles, o Santo Cura d’Ars levou 25 anos de combate renhido.

Explicava que não basta evitar o pecado, mas deve-se fugir também das ocasiões. Por isso, abrangia no mesmo anátema o pecado e a ocasião de pecado. Atacava assim ao mesmo tempo a dança e a paixão impura por ela alimentada: “Não há um só mandamento da Lei de Deus que o baile não transgrida. [...]

Meu Deus, poderão ter olhos tão cegos a ponto de crerem que não há mal na dança, quando ela é a corda com que o demônio arrasta mais almas para o inferno? O demônio rodeia um baile como um muro cerca um jardim. As pessoas que entram num salão de baile deixam na porta o seu Anjo da Guarda e o demônio o substitui, de sorte que há tantos demônios quantos são os que dançam”.

O Santo era inexorável não só com quem dançasse, mas também com os que fossem somente “assistir” ao baile, pois a sensualidade também entra pelos olhos. Negava-lhes também a absolvição, a menos que prometessem nunca mais fazê-lo. Ao reformar a igreja, erigiu um altar em honra de São João Batista, e em seu arco mandou esculpir a frase: Sua cabeça foi o preço de uma dança!...

É de ressaltar-se que os bailes da época, em comparação com os de hoje, sobretudo do pula-pula frenético e imoral do carnaval e as novas danças modernas, eram como que inocentes. Mas era o começo que desfechou nos bailes atuais.

A vitória do Pe. Vianney neste campo foi total. Os bailes desapareceram de Ars. E não só os bailes, mas até alguns divertimentos inofensivos que ele julgava indignos de bons católicos.

Junto a eles combateu também as modas que julgava indecentes na época (e que, perto do quase nudismo atual, poderiam ser consideradas recatadas!). As moças, dizia, “com seus atrativos rebuscados e indecentes, logo darão a entender que são um instrumento de que se serve o inferno para perder as almas. Só no tribunal de Deus saber-se-á o número de pecados de que foram causa”. Na igreja jamais tolerou decotes ou braços nus.

Ars transformada pelo santo

Um sacerdote santo torna piedosos seus paroquianos. Assim, apenas três anos e meio depois de sua chegada, o santo Cura já podia escrever: “Encontro-me numa paróquia de muito fervor religioso e que serve a Deus de todo o seu coração”. Em 1827 (seis anos depois), exclamava entusiasmado do púlpito: “Meus irmãos, Ars não é mais a mesma! Tenho confessado e pregado em missões e jubileus. Nada encontrei como aqui”.

É que, ao mesmo tempo em que reprimia os abusos, semeava também a boa semente. E ele aspirava, para seus paroquianos, ao ideal de perfeição do qual os cria capazes.

Recomendava-lhes que rezassem antes e depois das refeições, recitassem o Ângelus três vezes ao dia onde quer que estivessem; e que, ao levantar e deitar, fizessem a oração da manhã e a da noite. Esta passou a ser feita também em comum na igreja ao toque do sino. Os que ficavam em casa ajoelhavam-se diante de algum quadro ou imagem religiosa, ali fazendo suas orações.

Com o tempo passou-se a dizer que em Ars o respeito humano fora invertido: tinha-se vergonha de não fazer o bem e de não praticar a Religião. O que é um auge de vitória da Igreja! Ars tornou-se também um centro de piedade e religiosidade.

Por isso, os peregrinos admiravam nas ruas da cidade a serenidade de certos semblantes, reflexo da paz perfeita de almas que vivem constantemente unidas a Deus.

Notas:
1. Francis Trochu, O Santo Cura d’Ars, Editora Littera Maciel Ltda., Contagem, MG, 1997, p. 27. Todos os textos citados sem mencionar a fonte foram extraídos desta obra.
2. Edelvives, El Santo de cada Dia, Editorial Luis Vives, S.A., Saragoça, 1948, tomo 4, pp. 403 e ss.
3. Fr. Justo Perez de Urbel, O.S.B., Año Cristiano, Ediciones Fax, Madrid, 1945, tomo 3, pp. 313 e ss.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Santa Ana e São Joaquim

Uma tradição do segundo século afirma que os pais de Nossa Senhora, e avós de Jesus, chamavam-se Joaquim e Ana. Conforme uma lenda da Idade Média, Joaquim e Ana viviam humilhados porque não tinham filhos. Eram estéreis. Joaquim dirigiu-se então para o deserto, e ali passou, 40 dias em jejum e oração. Ao terminar os 40 dias, apareceu-lhe um anjo anunciando que teriam um filho. De facto, nasceu-lhes uma filha, à qual deram o nome de Maria.
A devoção de Santa Ana ou Sant'Ana remonta ao século VI, no Oriente. No Ocidente data de século X. A devoção a São Joaquim é mais recente.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Assembleia da Comunidade Shalom


De quatro em quatro anos, todos os Membros Permanentes da Comunidade Shalom se reúnem em Assembleia Geral para conviver-rezar-celebrar-avaliar-planejar a vida da Comunidade e sua presença nas diversas realidades.

Em 2010 a Assembleia da Comunidade Shalom acontece de 04 a 25 de Julho, na Tabuba-Fortaleza-CE. O encerramento será com a Eucaristia do dia 25, domingo, pelas 10.00h, na Tabuba. A presença de toda a Família Shalom é muito importante para a Comunidade.

Primeira Semana da Assembleia da Comunidade Shalom

Tempo de oração: fazer experiência de Deus e celebrar o dom da Consagração. Um Retiro orientado pelo Pe. José Paulo, jesuíta, que foi orientador espiritual de vários membros da Comunidade Shalom. Silêncio, encontro, confirmação, consagração.

Na sexta feira, dia 9, refletimos e partilhamos a experiência e o significado de sermos pessoas consagradas segundo o jeito de ser da Comunidade Shalom. Do texto síntese deste dia destacamos:

Viver o amor que flui através de nós
Que nos perpassa como o Pneuma
Onde nos perdemos e nos encontramos mais
Estar com os jovens, com todas as pessoas e com todos os seres
Mas especialmente com os jovens
E ser apenas mediadores
Para que o amor circule
Na comunhão de tudo e de todos...
Isso é consagração
Com as cores da Comunidade Shalom.

Eleição do Coordenador Geral:

O Coordenador Geral da Comunidade Shalom é eleito por um período de quatro  anos, sendo confirmado pelo Arcebispo Metropolitano de Fortaleza, segundo as Normas da Comunidade. Assim, no dia 10 pela manhã, com a presença do Senhor Arcebispo D. José Antônio Aparecido Tosi Marques,  foi eleito, como novo Coordenador Geral da Comunidade Shalom, o Pe. Domingos Cunha.

Segunda Semana da Asssembleia da Comunidade Shalom

A Dimensão da Comunhão: se a primeira semana centrou os olhares dos participantes da Assembleia sobre a Consagração como fonte de onde brota e onde se refaz a nossa identidade, a segunda semana colocou no horizonte a dimensão da Comunhão. Fizemos o retrato da nossa presença em cada realidade e os  sinais de vida que nossa ação suscita. A Família Shalom, na diversidade das suas formas de pertença, encantou nosso olhar com tantas riquezas. Na vida que cresce em cada chão  onde estamos presentes e nos apelos que aí surgem, lemos a Bênção de Deus  caminhando conosco.

Redesenhando a presença: reorganizamos as forças para mantermos a presença nas realidades onde atuamos. Em Portugal continua o Pe. Afonso (em Braga) e o Pe. Vítor (em Oeiras).  O Pe Erick fica em Fortaleza, assumindo a responsabilidade pela Casa de Formação, juntamente com o Pe. Domingos, que assumiu a Coordenação Geral. O Pe. José Luís vai para Belo Horizonte e, além de continuar a presença da Comunidade em terras de Minas, assume o desafio de fazer contatos com a realidade de Angola, em ordem a efetivarmos uma presença em África nos próximos anos.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Férias em Missão

"Temos de vencer a tentação de nos limitarmos aos que ainda temos, ou julgamos ter de nosso e seguro: seria morrer a prazo, enquanto presença de Igreja no mundo"
Bento XVI, Porto, 14 de Maio de 2010


Quando chega o Verão a maioria dos jovens fazem a mala e partem apenas e só de férias. Alguns jovens dão o seu tempo de férias a algo mais importante...a Missão. Estas são sempre experiências que nos colocam à prova como cristãos...levar Cristo aos outros sem ser uma imposição...anunciar o Evangelho fora das quatro paredes da Igreja.
Esta é a proposta que o Movimento Encontros de Jovens Shalom faz aos jovens da diocese de Portalegre-Castelo Branco. Passar uma semana de férias mas numa vertente um pouco diferente...Férias Missionárias. Cerca de 25 jovens estarão na aldeia de Soalheira (Fundão) de 2 a 8 de Agosto fazendo do tempo de férias tempo de levar Cristo aos outros.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Comunidade Shalom tem novo coordenador geral

Foi divulgado na manhã de sábado dia 10 de Julho o nome do novo Coordenado-Geral da Comunidade Shalom. O eleito é o pe. Domingos Cunha! O Portal Shalom e todo o movimento de jovens está em sintonia com a Comunidade Shalom e promete rezar pelo novo Coordenador Geral!


De quatro em quatro anos. A assembleia geral da Comunidade Shalom é tempo de avaliação e planeamento da vida da Comunidade.Escutando o chamamento de Deus neste momento da história, avaliando e planeando a sua vida, celebrando com gratidão os dons de Deus, aprofundando a sua missão e bebendo da fonte do seu ser, a Comunidade Shalom vai estar em Assembleia Geral de 4 a 25 de Julho na Tabuba, em Belo Horizonte, no Brasil.

A Comunidade Shalom pede a todos os membros da família Shalom que estejam em sintonia com eles através da oração, neste tempo que se pretende de graça e de reavivar o dom.

domingo, 11 de julho de 2010

Identifica.†e



"Identifica.†e" é o nome e o lema da actividade que vai dar início ao próximo Ano Pastoral 2010-11.

Em pleno ano de Congresso está na altura de debatermos o sentido de pertença ao MEJ! O que é que ainda te faz continuar? A música que cantamos tantas vezes assenta que nem uma luva nesta actividade!

Por isso todos os encontristas e pré-encontristas estão convidados a participar neste fim-de-semana de reflexão e convívio onde serão lançadas pistas para os objectivos do próximo ano pastoral!

Vai ser 11 e 12 de Setembro, no seminário de Alcains em Castelo Branco!

Mais informações em breve no Portal Shalom! Está atento!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Eucaristia em Lentiscais - 27 Junho

A convite do Pe. Neves, pároco da paróquia de Nossa Senhora de Fátima, o Movimento Encontros de Jovens Shalom animou a Eucaristia dominical na aldeia de Lentiscais. Um grupo de 9 jovens do Movimento Shalom de Castelo Branco animaram esta celebração de uma forma um pouco diferente do usual.


domingo, 27 de junho de 2010

Assembleia Geral da Comunidade Shalom

De quatro em quatro anos. A assembleia geral da Comunidade Shalom é tempo de avaliação e planeamento da vida da Comunidade.

Escutando o chamamento de Deus neste momento da história, avaliando e planeando a sua vida, celebrando com gratidão os dons de Deus, aprofundando a sua missão e bebendo da fonte do seu ser, a Comunidade Shalom vai estar em Assembleia Geral de 4 a 25 de Julho na Tabuba, em Belo Horizonte, no Brasil.

Segue as decisões deste importante acontecimento também para o Movimento de Jovens Shalom na página do Facebook: http://www.facebook.com/event.php?eid=138030726208145&ref=ts

A Comunidade Shalom pede a todos os membros da família Shalom que estejam em sintonia com eles através da oração, neste tempo que se pretende de graça e de reavivar o dom.

PROGRAMA:

Primeira Semana:
Dia 4: Chegada
Dia 5: 10h: Abertura da Assembléia
Dia 5: 18,30, até dia 8, à noite: Retiro (Orientador: Pe. José Paulo,Sj)
Dia 9: Reflexão, partilha e conclusões sobre a nossa vida como Consagração
Dias 10 e 11: livres para conviver juntos

Segunda Semana:
-Leitura das conclusões da Assembléia de 2006.
-Eleição do Coordenador Geral com a presença de D. José António
-Reflexão e conclusões sobre a nossa vida como comunhão (nosso ser em si e na Igreja)
-Organização das Comunidades: Lisboa, Braga, Belo Horizonte e Fortaleza.
-Formação
-Economia
-Família Shalom.
Dias 17 e 18: livres para conviver juntos

Terceira Semana:
-Reflexão e conclusões sobre a nossa vida como Missão
-Presença do Pe. Manfredo Oliveira
-Caminho do Movimento Encontros de Jovens Shalom
-Crescimento humano
-Espiritualidade
-Vocações
-Linhas de ação para os próximos 4 anos
Dia 25, encerramento da Assembléia, com a Eucaristia às 10 horas.